Foi até cômico preparar essa playlist pelo simples fato de que eu nasci em 98, então eu não fazia ideia de quais eram as músicas tocadas nos anos 90, por motivos óbvios, mas nada que uma boa pesquisada não resolva, mas também nada que anule uma gargalhada solitária e um pensamento por mais rápido que tenha sido, de desespero. O mais interessante é que algumas músicas/bandas fazem parte do meu repertório atual, inclusive a música "Smells like team spirit" do Nirvana é o toque do meu despertador, Toni Braxton uma inspiração e tanta, sem falar em Ricky Martin. Enfim, muita letra e pouco som. Aperta o play!
03 julho 2014
02 julho 2014
Foto da música "Açúcar ou Adoçante" - Cícero
Eu simplesmente amo essa música, pois além da letra ser linda, comovente e simples, tem um 'q' de verdade e transmite isso. É o tipo de som que faz sentir, que nos transporta de nossa situação, de nossas vidas e nos coloca no lugar do outro, sentimos a dor de quem oferece "Açúcar ou Adoçante", entendemos as metáforas e acabamos percebendo que nossa "gaveta" também está precisando de uma boa arrumada, e porquê não, mudar de lugar algumas certezas também ?!
01 julho 2014
{ Blogagem Coletiva Fotos }
~ Hey Geek! ~
É o seguinte, sempre que vejo o tema que me aguarda para ser fotografado e publicado, tento extrair dele o máximo que conseguir de originalidade e fugir quase que desesperadamente do obvio. Com as fotos dessa semana não foi diferente, como vocês bem podem constatar! Quis envolver as tecnologias 'de cada tempo', ou seja, vídeo cassete ou uma roda não é nenhuma novidade para os sobreviventes viventes em pleno século XXI, mas em um dado momento histórico, essas tecnologias foram de fundamental importância para que tivéssemos esse cenário tão contemporâneo em tecnologia como atualmente. Enfim, espero que gostem. As fotos estão de improviso pois tirei com o celular; problemas com a câmera : ( .
30 junho 2014
10 coisas que ainda não fiz
1. Saltar de paraquedas
2. Aprender a tocar gaita
É realmente uma meta de vida aprender a tocar a tal da gaita, pois será um duplo desafio porque 1) não conheço ninguém que saiba, logo terei que assistir muuuuuitas aulas no YouTube e 2) como tenho um pequeno problema respiratório, não sei se ter escolhido um instrumento de sopro foi a melhor ideia que já tive.
3. Aprender a andar de skate
Não é como "nem que seja a última coisa que eu faça", não mesmo, mas seria bem legal.
Literalmente. Tem um 'caso' bem engraçado em relação a mim e coisas proibidas, estou preparando um Projeto para compartilhar com vocês, e então entenderão melhor. Acontece que eu não posso sequer olhar para uma montanha russa, quanto mais ... Por enquanto! Então, fico só na vontade.
5. Acampar
Culpa dos filmes norte americanos de escoteiros e suas aventuras! Já tenho ideia fixa. Eu preciso acampar algum dia.
Também marcado na lista dos proibidos, logo, reescrito com fervor na lista do "um dia faço".
Representante perfeita para esse tópico!
7. Sair sem dar satisfação
Não sei qual será minha satisfação com isso, mas idealizo cada segundo do dia em que poderei me dar ao luxo, ah, e como é boa a sensação!
8. Passar uma longa temporada como mochileira
Sonho. Desde o dia em que soube o significado de uma mochila e olhei para um mapa que praticamente piscava em letras neon a palavra "Europa". Depois esse plano foi ganhando formas e orçamentos, hoje com a ideia na cabeça, a volta ao mundo como meta (cortando os exageros), desejo no coração e muita vontade nas pernas, aguardo o tempo que me brindará com os 18 anos!
9. Publicar meu livro \o/
Eu estou trabalhando nele há muito tempo, muito tempo mesmo. Faz 3 anos, no mínimo, não interruptamente, claro, caso contrário já estaria finalizado, acho. Escrever um livro não é fácil, mas publica-lo é ainda mais complicado, mas assim o farei. Um dia ...
10. Criar uma ave.
Amo animais, todos eles. Tanto é que tenho gato e cachorro em casa, além da vontade de ter mais, e nesse mais, inclui- se uma ave por ser algo diferente (pelo menos onde moro) e bonito estabelecer essa reunião pacifica em um mesmo ambiente.
24 junho 2014
Seria isso decepção?!
... É uma decepção, mais uma.
Existem pessoas que mantemos por perto sem um motivo definido, tampouco sentido. Vivemos rodeados de gente, somos vistos, não enxergados, somos ouvidos, não escutados, somos amores, não amados. Renato Russo já perguntava "Como diz "eu te amo". E eu respondo: ora, abra a boca e profira as palavras. Falar por falar, fale com o coração vazio. Porque eu acredito que amor deve ser mais sentido, demonstrado e menos anunciado. Não, esse não é texto sobre amor, ainda que se refira, nem de relacionamentos por vias e linhas. É sobre amizade, que não deixa de ser relação.
Convivo num circulo de amigos bem complexo no qual a sensibilidade reina, as declarações de amor fraterno transbordam, a compreensão é tudo, menos mútua e a cegueira sobre as necessidade dos outros se mostra fiel e digna. Se é que ha fidelidade e dignidade em atropelar o amigo, irmão, camarada.
Sou do tipo de pessoa que pedi desculpa estando certa, que pode estar passando pela mais melancólica das fases, mas faz os outros riem, pois o sorriso do outro é mais válido do que o dela, que está sempre disponível para dar conselho, para fazer piada, para ajudar com o cálculo de matemática e as longas atividades de geografia às 00:45 da manhã, que ainda consegue colocar os casos alheios acima dos seus e contente por fazer isso, que não vê maldade nos olhos de ninguém e quer segurar "o mundo" pela mão, acarinhá-lo nos braços, tomar todas suas dores e lhe mostrar só o que ha de bonito, os sofrimentos vai ensinando aos poucos, mostrando com cuidado, afinal eles, que são compactuados como "o mundo" merecem todo o cuidado pois são especiais, são meus amados. E eu faço tudo isso, sempre fiz e farei até que minha cara esteja calejada demais para aguentar mais um baque, ou até que minha quota de "ser idiota" se esgote, pelo simples fato de que eu amo meus amigos. Em contrapartida, eles, "o mundo" se permitem a capacidade de serem endeusados mesmo estando errados, de me reprimir para se sentirem bem consigo mesmos, pedirem conselhos, nas horas mais impróprias e copiar minhas respostas sem pudor, explorar minha inocência para abusar e ainda caçoam dos meus braços, do meu colo, do meu cuidado. Afinal, o que menos precisam é de mim. Ah, mas eles me amam!
E que Deus me defenda se alguém desconfiar que esse texto tem endereço.
Desafio Literário 2014/Junho #2
Doidas e Santas - Martha Medeiros
✰✰✰ - Bom
✰✰✰ - Bom
A principio, quando li a sinopse fiz uma construção mental da estrutura desse livro: imaginei casos cotidianos contados de forma crítica, sequencial e que dialogassem entre si. Doce e tenra ilusão, literalmente. O que me despertou para lê-lo foi a palavrinha mágica que me compra, leva embrulhada e pode devolver com quaisquer danos: crônica. Sinceramente, não sei decidir se a favorito em relação a poesia, ou vise e versa, é um amor compartilhado e dividido altruisticamente. Além do mais, o título é um convite a parte, principalmente para mentes paradoxais como a minha.
A introdução é um show. Digna de aplausos de pé, me forçando novamente a criar uma ideia equivocada do que esperar e, logicamente, me induzindo a decepção. Disse "Pronto, de agora em diante será um derramamento de tiradas inteligentes e um balsamo de melancolias diárias. Como não gostar?"
Não deixou de ter tiradas inteligentes, além de críticas inteligentes e metáforas inteligentes, o sarcasmo predispõe essa capacidade nobre de brincar e ser fantástica com as palavras.
Citações de Vinicius de Morais, Cazuza e outros poetas rondam por entre as crônicas e as salvam. O que seria de uma boa escritora, sem uma boa referência? Ah, seria só uma pessoa que observa e 'saca' alguns fatos e os repassa, simplesmente repassa.
Os pontos altos foram as histórias pessoais, isso é muito bom em livros. Mostra que não estamos estáticos, que não estamos lendo algo programado, mas sim algo que foi escrito por pessoas, que tem medos, anseios, fraquezas, objetivos e histórias para contar. Quando isso acontece as letras sambam para gritar que estão vivas e vividas, não que precisasse, mas por contentamento - e eu sambo com elas -; e também a metalinguagem. Duas possibilidades que me despertam satisfação em ler. A situação de o autor saber envolver - se com o texto a tal ponto de deixar transparecer a sua cara, sua carapuça e ainda brincar com isso e deixar claro como e porquê ele está fazendo isso nos textos.
A escrita dela é bem legal, sensível e contagiante mas não inovadora. Pode ser que eu esteja tão envolvida com cronistas e crônicas com gostos tão semelhantes que quando recebo mais do mesmo já não perceba algo de diferente acetinado. Além do mais, estou lendo paralelamente Rubem Braga, Fernando Sabino, entre outros. Logo, meu grau de exigência para uma boa crônica é bem alto. Porém eu gostei, gostei mesmo. Alguns trechos me fizeram balançar a cabeça em concordância como se tivesse ouvindo o melhor do rock, outros relidos com afinco, mas todos com especial carinho que banho as verdades. Só li verdades.
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