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08 janeiro 2014

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.8







Já fizeram as contas ? em "A Marca de Atena" isso foi necessário. O pessoal do Acampamento Meio - Sangue chegaram a conclusão de que Percy estaria no lado romano, Leo se apresentou para concertar Festus, o dragão danificado de um dos seus irmãos por parte de Hefesto e transformá-lo num navio/avião apto para transportá-los. Jason e Piper iriam com ele, como sempre e Annabeth agregou - se para ir encontrar com seu namorado. No Acampamento Júpiter só a ideia de ter uma ferramenta de batalha grega como o Argo II em seu território era inadmissível, porém depois de convencidos que não teria perigo, e Jason ter se manifestado o pacificador entre eles, tudo estava correndo bem, na medida do possível, até que Leo foi possuído, literalmente e incendiou o acampamento romano, em outra situação, o garoto até acharia isso divertido, mas não quando sua vida e a dos outros semideuses estavam em jogo. Resultado: os romanos com razão ficaram alarmados, então os 7: Jason, Piper, Percy, Annabeth, Hazel, Frank e Leo partiram em busca dos seus destinos já costurados pela profecia e claro, em busca de Gaia.


05 janeiro 2014

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.5




"Um meio-sangue, dos deuses antigos filho,
Chegará aos dezesseis apesar de empecilhos
Num sono sem fim o mundo estará
E a alma do herói, a lâmina maldita ceifará
Uma escolha seus dias vai encerrar
O Olimpo preservar ou arrasar."

04 janeiro 2014

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.4




Descerás na escuridão do labirinto infinito,

O morto, o traidor e o perdido reerguidos.

Ascenderás ou cairás pelas mãos do rei espectral,

Da criança de Atena, a defesa final.

A destruição virá quando o último suspiro do herói acontecer,

E perderás um amor pra algo pior que morrer.

03 janeiro 2014

Leo dando conselhos





Êá galera! Isa me pediu para contar como foi minhas festas de fim de ano, mas como eu não tive tempo. Na verdade, estava ainda esse tempo todo de castigo, por conta da recuperação e tal. Ai a coroa só me liberou para uma festa reunião de arrependimento ontem. Como a Júlia ia também, ela achou que tudo bem. Aliás é sobre essa minha amiga que eu descrevi nesse texto, uma conversa que tive com ela pelo celular.

- Leo, é sério. Fica quieto e presta atenção.
- Tá. Manda.
- Lembra que ontem você ficou na festa e eu sai mais cedo? Então, eu estava com o Bruno, ah, e ante de você falar qualquer coisa, só ouvi.
Ainda bem que ela me conhece, pois eu ia ficar puto nesse exato momento.
- Ele me arrastou para o jardim, me olhou nos olhos, sabe? E me pediu desculpas, disse que ele fez tudo errado, mas que queria começar de novo, porque merecemos uma segunda chance por todos os momentos bons que passamos. Ai eu não quis entregar os pontos, tentei voltar para sala. Ele me segurou com mais força, sem machucar e continuou falando que não consegui a viver sem mim, que eu sou como uma mão. Se ele estivesse nascido sem a mão, seria difícil, mas ele iria se acostumar a viver sem ela. Porém ele já havia experimentado viver com a mão, e perde – la assim, tão abruptamente era ainda mais complicado, ele estava tendo que se acostumar a fazer os pequenos movimentos, as coisas mais banais sem ela, e doía muito, porque era mais do que uma necessidade física, havia uma ligação com a mão, já que essa fazia parte dele. No final ele disse que agradecia a Deus que ele ainda tinha a mão dele de fato, e mais ainda por poder estar segurando a minha. Ai ele perguntou se a “mão/eu” ele ainda tinha. Daí você já deve ter uma noção do que aconteceu.
- Júlia. Fala Sério!
- Ah, Leo. Você queria que eu tivesse feito o quê? Ele pareceu tão sincero.
- Você quer mesmo que eu te lembre por quantas merdas esse Bruno te fez passar?
- Não precisa porque ele mudou. Mudou por mim.
- E você acredita mesmo nisso?
- É claro. Ele estava falando a verdade.
- só quero que fique claro uma coisa: eu te avisei. E avisei muito. Você é linda, inteligente, gente boa. Poderia conseguir qualquer outro. Porque vocês garotas sempre preferem os errados?
- Você não me quis.
- Júlia, a gente é amigo, pow. Nada a ver. A gente se conhece a sei lá, desde a maternidade. Não teria nem clima.
- Você sabe que teria...
- A questão não é essa. Você voltou pra ele. Por quê?
- Porque eu gosto dele poxa! É tão difícil de entender?
- É difícil sim. É difícil ver o quanto você não se valoriza.
- Ele me valoriza.
- (risos) anhãm, tá bom. Você está feliz?
- Não sei. E para de rir de mim.
- Eu sempre vou rir de você, sua boba. Não sabe? Ai deu ruim, viu?
- A felicidade não é instantânea, Leo. Vem com o tempo.
- oh, pensei que você o amava, deveria estar dando pulos de alegria por estar com ele de novo.
- E estou, só não preciso mostrar.
- Silêncio –
- Fala alguma coisa, Leo.
- Silêncio –
- Olha, eu não sei se estou feliz porque estou com medo. Mas ele mudou, não vai me fazer sofrer de novo. Não se preocupe.
- Vou tentar.
- Por que demorou tanto tempo para responder?
- Porque eu estava te dando tempo para você se responder.

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.3




— Vocês têm certeza de que não querem que eu espere? — perguntou minha mãe.

— Não, obrigado, mãe — respondi. — Não sei quanto tempo vai levar. Vamos ficar bem.

— Mas como é que vocês vão voltar? Estou preocupada, Percy.

Torci para não ficar vermelho. Já era bastante ruim depender de minha mãe para me levar até minhas batalhas.

— Está tudo bem, sra. Jackson. — Annabeth sorriu, tranquilizadora. Seus cabelos louros estavam enfiados debaixo de um gorro de esqui e os olhos cinzentos tinham a mesma cor do oceano. — Vamos mantê-lo longe de encrencas

02 janeiro 2014

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.2



"Meu pesadelo começou assim.

Eu estava numa rua deserta em alguma cidadezinha à beiramar, no meio da noite. Havia uma tempestade. O vento e a chuva açoitavam as palmeiras ao longo da calçada. Edifícios de estuque cor-de-rosa e amarelo se enfileiravam na rua, as janelas fechadas com tábuas. A um quarteirão dali, depois de uma carreira de hibiscos, o mar estava revolto."

01 janeiro 2014

Dilemas de mulher








Acho que toda mulher, no fim das contas precisa reafirmar - se, e quando digo mulher, não me refiro a "adolescentezinha", me refiro a mulher madura, a qual já descobriu o sabor da vivência ao lado de uma mesma companhia com gosto de café, memórias de ressaca e uma sensação de quintal. Daquelas que sabe o real significado de decoro, de recate, mas nem por isso fica presa as amarras arcaicas. Daquelas que prezam a família, o laço 'sagrado' do matrimônio, a rotina e velhos hábitos. Porém acaba não se dando conta de que ela de fato não preza esse tipo de vida, e sim idealiza. Ora, casamento nada mais é do que uma junção de trapos: tudo o que restou de uma vida flexível, leve e desprendida. Algumas dessas mesmas mulheres acreditam que ter uma marido, filhos e uma casa para si ocupar é realizar um plano de vida. Meta atingida, agora posso morrer feliz! Mas, sempre ha um mas, aquele resto de café na xícara, aqueles créditos no fim do filme, aquelas últimas gotas que ficam a cair do chuveiro. Nada disso completa, nada disso supre. Porque o real sustento é a autoafirmação, é olhar no espelho, ou melhor, se enxergar e perceber que aqueles traços não basearam - se numa realização social, cultural, mas numa realização, acima de tudo, numa satisfação pessoal. Esses fios brancos não são sinais de tempo passado, não necessariamente, encare como tempo vivido. E para de fato vivê - lo, saiba que no intuito de aspirar a própria alma no reflexo dos olhos alheios, o tracejar no contornos dos seus olhos acabam de distorcer a mais nítida visão de ti.





OBS. O texto é meu. Não copie. Plágio é crime.

Semana Saga - Queridinhos do Rick Vol.1

NOVIDADE! Todo mês irei abrir uma tag literária "Semana Saga" que durante 1 semana conterá livros referente a alguma temática específica. Para começar bem, tanto o ano, quanto a tag, selecionei " Percy Jackson e os Olimpianos " & "Herois do Olimpo".
“E se os deuses do Olimpo estivessem vivos no século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais, com os quais tivesse filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.”